10 abril 2007

Alice não estava lá....



fim de semana legal, fizemos e mala e fomos, eu e meu aventureiro, nos aventurar...
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Subimos o morro com um sol de rachar, seguimos o coelho em uma trilha na esperança de encontrar o vale da lua. Quando perguntavamos ás pessoas onde ficava tal vale, elas diziam: siga ás placas. Quando olhavamos as placas, elas sempre apontavam para outros lugares...

Derrepente estavamos nós numa estrada de pedra, cheia de plantas, de sanguins e sons estranhos. Encontramos uma casa cor de rosa, com arvores pintadas de rosa, mas à frente duas estradas:
Uma apontava para O Paraiso, outra para Nazaré.

Preferimos seguir para narazé pois o paraiso era demais par
a nós dóis...

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Tempo depois, estávamos nóis numa vila de pescadores, adiante encontramos uma igreja vazia e ao seu lado ruinas de um convento que também tinha um cemitério, ao lado.
O siêncio era penetrante, assim como a tranquilidade daquele lugar... .

Pensando melhor, o que faz às pessoas achar que as coisas acontecem por acaso?

Havia duas placas, uma apontava para um lugar chamado Paraiso

a outra para Nazaré onde havia uma igreja, ruinas e cemitério.

Talvez os outro estejam certos:

antes de entrar no paraiso seja preciso conhecer as ruinas, a morte e o silêncio...



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MORAL DA HISTÓRIA:
LICOR DE JENIPAPO

O lado bom é que no meio do caminho tinha uma pedra...
Paramos, perguntamos e compramos a garrafa maior.
Licor de Jenipapo é bom de fazer careta, você bebe e não esquece do sabor, nem de fazer aquela cara de: que porra estranha é essa... É o tipo da coisa, que você gosta ou não gosta.
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